A Cabana

Back in Black!

Demorei mas voltei, para a alegria dos que vem ler o resultado dos meus momentos de inspiração!

Agora, falando sério. Apesar de ser uma crítica muito sincera, o que se seguirá não deve te impedir de criar sua própria conclusão sobre o que leu (caso venha a ler). Críticas devem influenciar nas escolhas de livros, e mostrar a opinião da pessoa que escreveu. Encare esse texto como um conselho amigável. É a maneira como gostaria que fosse lido.

Não sei exatamente de onde foi tirada a tremenda fama que o livro “A Cabana” possui hoje. Segundo o verso do próprio livro, o mesmo foi passado de mão em mão na vizinhança. Daí, bombou. Na certa houve aplausos ao lê-lo pela vizinhança do escritor. Eu mesma aplaudiria William P. Young por alguns segundos (para fins de comparação, eu aplaudiria Jostein Gaarden por alguns minutos caso o encontrasse). Animou-me o fato de não ter me sentido ludibriada a me sentir triste, emocionada ou feliz. O próprio caminho da história, apesar de extremamente previsível, tem diálogos bastante interessantes e de um conteúdo rico. Ou seja, emociona sozinho os mais melosos (a.k.a eu). O final me pareceu deslocado da história principal em alguns pontos, porém as páginas pouco antes do fim são as melhores do livro inteiro. Começando morno e aquecendo até a medida, posso dizer que é um bom passatempo para quem deseja uma história com diversos pontos de reflexão.

~ por Ariane Neuhaus em Março 4, 2009.

10 Respostas to “A Cabana”

  1. O Livro A Cabana tem muita deixou muito a desejar, ele não tem sustentação e parece mais uma forma subliminar de mostrar a existência de “Deus”, diante de certos conceitos.

    • Concordo com reservas, Maria. A maneira subliminar de tratar da existência de Deus a qual te refere não me parece ruim. A forma como Deus é expresso, como um pai ou uma mãe carinhoso e amoroso é uma visão agradável para o leitor. Não há duvidas que o modo de vê-Lo varia de pessoa para pessoa, então sempre haverá quem não aceite a visão do autor. Se por sustentação te referes a uma base para o que é afirmado, eu te digo que é muito difícil constatar coisas sobre algo tão contraditório quanto Deus. Porém, tua primeira afirmação está certíssima. O livro me deixou muito a desejar.

  2. faltam 36 páginas pra eu terminar o livro e espero que nestes últimos capítulo alguma coisa aconteça pq até agora A CABANA não me disse nada.

  3. Amigos apenas encherguem a simplicidade do amor de Deus quem não queria estar entre a divina trindade papai-Jesus e Sarayu a o inves de falarem conosco sobre as escrituras e falaram naturalmente pois Deus é muito mais sabio do que nós humanos não tentem entender Deus poís nem a ciência explica so se lembre que ele deu seu unico filho por nós Jesus que prova de amor mais queremos.Apenas apreciem a simplicidade do seu amor pois isto nos falta plenamente infelizmente somos todos juízes da verdade que aos olhos de Deus não ve bondade em nós mas mesmo assim nos ama e perdoa sempre.

  4. Ouvi dizer maravilhas do livro, li os comentários de leitores, comprei e… decepção total. Se você espera um historinha “aguinha com açúcar” sobre um tema religioso, este é seu livro, mas se você, como eu, esperava um embate filosófico, questionador, com algumas doses de niilismo esqueça esse livro que, em alguns momentos parece ter sido escrito para criancinhas em início de catequese! Chega a dar náusea do diálogo altamente infantilóide entre o personagem e as entidades religiosas.

  5. Aquele lance de o personagem chamar deus de papai chega a dar gastura de tanta pieguice… Arrrrggg

    • Não concordo com vc Alisson, pelo contrário adorei ler esse livroe achei a história estremamente interessante, pois as falas são totalmente gradificante,nos faz realmente entender que Jesus jamais nos abandonará ainda que nós seres humanos não temos”capacidade o suficiente de entender”que Ele nos ama mais que tudo, bem apenas posso lhe dizer que só quem conhece a grandeza do perdão que recebeu,entrega em amor todo tesouro teu para adorar a Deus.Se depois disso vc não entendeu o pq a personagem chama “Deus” de papai vc deverá ir a igreja ou ler mais a Biblia para depois fazer comentários extremamente idiotas..tentee se informar mais sobre o assunto para depois fazer críticas absurdas..

      Beijos e que “Deus” abençoe..

  6. Sinceramente, achei o livro espetacular! Considero, verdadeiramente, que Deus com sua multi forma e sabedoria, possa menifestar-se de diversas formas. Ao contrário, penso que cristãos, de forma geral, são bem proselitistas e consideram suas versões sempre as mais verdadeiras e únicas frente a alguma interpretação. Particularmente, o livro me proporcionou excelentes momentos e reanimou minha fé em Deus. Alguns afirmam possuir diversas eresias, coisa que não consegui perceber. Afinal, tudo depende dos olhos de quem vê, neste caso, os meu viram uma manifestação maravilhosa de Deus!

  7. Prezada Carolina Molina

    Achei o livro nauseante, piegas, meloso, decepcionante, sentimentalóide ao extremo, não porque eu não tenha entendido a mensagem do “amor esquizofrênico” de entidades religiosas já mortas a milhares de anos que os fanáticos enfiam goela abaixo nas pessoas desde sua tenra idade. Já freqüentei vários hospícios religiosos(leia-se igrejas) e sei como é o esquema lá dentro.

    Eu entendo esse tipo de mensagem que o autor tenta passar no livro, mas o grande detalhe, que você parece não ter entendido, é que essas mensagens funcionam só para pessoas, que como você, são adeptas das “loucuras” e “esquizofrenias” bíblicas. Mas eu, como cidadão de bom senso, sei que você tem todo direito de fazer parte de qualquer estrutura exotérico/religiosa. Não me importo nem um pouco se são vocês fieis que pagam as prestações do carro do pastor ou do padre ou seja lá quem for. Respeito você e seu direito de ter religião até a última gota, mas não me peça para respeitar ou acreditar em dogmas religiosos, loucuras bíblicas ou seja lá o que for que a massa iludida acredita. Não me peça para não questionar dogmas absurdos, insanos e primitivos como os da igreja e da bíblia. Abomino fanatismo religioso e a falta de questionamento dessa epilepsia religiosa generalizada.

    Sei exatamente onde o autor quis chegar com seu melodrama piegas e é óbvio que, para ter seu livro nas estantes dos Best Seller, teria que escrever um texto que deixa a “massa ignorante” babando confortável em seu próprio fanatismo religioso.

    As pessoas adoram fugir da realidade lendo historinhas adocicadas e confortantes, não é à toa que os livros de auto ajuda adornam as vitrines das livrarias oferecendo o que há de melhor em matéria de superficialidade e futilidade.

    Grande abraço!

  8. Meu Deus! Só acho você uma pessoa muito amarga, Alisson. Deves gostar de Nietsche, né? Com todo respeito ao gosto… Também achei o livro um pouco meloso e em alguns momentos entediante, mas não me apeguei a estas partes. Também encontrei a filosofia nele, e muitas reflexões sábias e verdadeiras. Não concordo de forma nenhuma que confiar em Deus seja se alienar da realidade. A proposta da mensagem do livro parece ser justamente ao contrário não? O personagem não é desafiado a encontrar-se com a dor? Bom, o fato é que o que discordei, ou não me agradou, não me fez nenhum mal, e o que li de bom levarei comigo.

    Abraço a todos. =) E, bom final de semana.

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